João Nuno Pinto é realizador de cinema e publicidade, formado em Artes Gráficas pelo Instituto Politécnico de Tomar e Cinema pela New York Film Academy. Iniciou a sua carreira profissional como diretor de arte e, mais tarde, diretor criativo de publicidade. Com 28 anos larga o mundo das agências para abraçar a sua grande paixão, a realização. Enquanto realizador, inicia-se nos vídeo-clips e na publicidade, primeiro na Tangerina Azul, mais tarde na Garage Filmes, produtora que ajudou a fundar, onde ganhou vários prémios internacionais em festivais como o London International Advertising and Design Awards, o London Epica Awards, o El Ojo de Ibero America ou o New York Film Festival of Television and Cinema Advertising. Frequenta também os laboratórios de direção de atores da Judith Weston, primeiro no Maine Media Workshops, em Rockport, depois na Judith Weston Studio, Los Angeles. 

 

Em 2008 realiza a sua primeira curta metragem, Skype Me, e em 2010 estreia no Festival do Rio de Janeiro, a sua primeira longa metragem de ficção, América. O filme ganha os prémios de Melhor Realização nos festivais de cinema de Sofia, na Bulgária, e CINEPORT, no Brasil, além do prémio de Melhor Fotografia no Indie Lisboa. É convidado para ser realizador e sócio da Delicatessen Filmes, produtora de publicidade de São Paulo, Brasil, para onde se muda em 2010. Em 2014, a sua curta musical Don’t Swim, com música de Keaton Henson, eleita Vimeo Staff Pick, ganha o Best Music Video no Los Angeles Independent Music Awards. Coincidindo com o seu regresso a Portugal, em 2020 estreia a sua segunda longa metragem, Mosquito, que foi filme de abertura do Roterdam International Film Festival, Prémio da Crítica de Melhor Filme Internacional na Mostra de São Paulo e recebeu 6 prémios entre 13 nomeações nos Prémios Sophia, entre premiações e menções honrosas de outros festivais. Estreou-se na televisão em 2022 com a série policial Causa Própria, para RTP1, premiada com o Sophia para Melhor Série Nacional. 

 

João Nuno Pinto é sócio fundador da Wonder Maria Filmes, produtora sediada em Lisboa, e encontra-se em processo de finalização da sua terceira longa metragem de ficção, 18 Buracos Para o Paraíso, o primeiro filme português a ser internacionalmente certificado com o selo Green Film por boas práticas de produção sustentável, com estreia prevista para o final de 2025.

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